Conheça a história da saia, uma das peças mais queridas do nosso guarda-roupa

Saiba como foi a evolução da peça até os modelos que usamos hoje

A saia é uma das peças de roupa mais básicas no guarda-roupa de uma mulher. Em seus diferentes modelos e comprimentos, ela transmite toda a feminilidade e sensualidade de uma mulher, e pode ser usada em diferentes ocasiões, desde as mais elegantes até as mais informais. Mas você sabe como foi a evolução dessa peça de roupa até chegar aos modelos que tanto amamos hoje? Então confira nesta matéria.

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Ela é pré-histórica!                                                       

Isso mesmo! As saias não são recentes como se pensa. Elas datam da pré-história e outro dado surpreendente é que elas começaram a ser usadas pelos homens. Os homens da caverna amarravam as peles dos bichos que caçava em sua cintura, ficando com a aparência de uma saia. E não havia nada de errado com isso, pois até a Idade Média as roupas nunca tiveram diferenciações de sexo. A única diferença era que os homens usavam roupas mais largas que as mulheres.

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Ela é nossa!

A partir do século XII é que as saias passaram a ser quase que uma exclusividade feminina. Nessa época, elas ganharam novos modelos, com corpete e longas caldas. No século XIV as mulheres passaram a usar os modelos mais acinturados de saias, descobrindo todo o poder de sedução da peça.

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Status fashion

Nos anos 20, a peça começou a ganhar um status fashionista, com os modelos elegantes e revolucionários de Coco Chanel, que deixou a saia no comprimento das canelas. Já na década de 40, a grife Dior criou os primeiros modelos de saia balonê, rodado, e lápis. Outra transformação importante da peça foi nos anos 60, quando a estilista Mary Quint criou a minissaia, numa atitude super ousada. A partir daí, a saia nunca mais saiu de nossos guarda-roupas, e as mudanças de cores, tecidos e cortes seguiram as tendências das temporadas e dos estilistas, que sempre trazem novidades.

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